BEM VINDOS!

Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.

16 de fev de 2011

PIB da China supera o do Japão

Tóquio, 14 fev (EFE).- O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão cresceu 3,9% em termos nominais durante 2010, ano em que a China o superou como segunda economia mundial, anunciou nesta segunda-feira o Governo japonês.

O Executivo japonês já tinha descontado no dia 20 de janeiro, quando se divulgou o crescimento de 10,3% da China (US$ 6 trilhões em termos nominais), que o país vizinho o tinha relegado ao posto de terceira potência mundial após 42 anos como segunda economia do planeta.

O valor do PIB nominal do Japão nos 12 meses de 2010 foi de 479,223 trilhões de ienes (US$ 5,74 trilhões).

Entre outubro e dezembro, o PIB japonês caiu 1,1% em taxa anualizada, pela primeira vez desde o período julho-setembro de 2009, e se contraiu 0,3% com relação ao trimestre anterior, informou o Governo japonês.

Essa queda se deve especialmente ao retrocesso de 0,7% no consumo privado, uma variável que representa 60% do PIB japonês e que se viu afetada pelo fim das ajudas à compra de produtos ecológicos e a alta dos preços do tabaco nesse trimestre.

O fim do reinado do Japão como segunda economia mundial acontece em um momento no qual este país tenta pôr freio à grande dívida pública, à persistente deflação e ao risco que representa para o motor exportador um iene forte.

FONTE

9 de fev de 2011

[8° ano] Os idosos e o mundo virtual (telemática)


Estabeleça um comentário sobre a mensagem que consegue perceber na charge e a dificuldade dos idosos se inserirem nas novas tecnologias.
Abraço.
Raffael

[9° ano] 60 Anos da OTAN e os desáfios do século 21

Em 1949, a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foi criada por 12 nações ocidentais como ferramenta para bloquear o avanço do bloco comunista liderado pela União Soviética. Neste sábado, exatos 60 anos depois, a aliança militar realiza cúpula para discutir como enfrentar as novas ameaças internacionais, sem rosto ou fronteira definida.
Em Baden-Baden (Alemanha), o presidente americano, Barack Obama, liderará uma "discussão substancial" sobre a revitalização da organização, um documento que descreverá como a organização deverá se portar diante das "ameaças do século 21" --o terrorismo, a proliferação nuclear e a pirataria.

A revisão estratégica da aliança militar é parte de um processo de renovação para que a Otan possa encontrar, 60 anos após sua criação e em um contexto completamente diferente da oposição capitalismo e socialismo da Guerra Fria.

Afeganistão

Popular na Europa, Obama é a atração central da cúpula e aproveita os flashes e abraços para trazer, pela primeira vez, seu apelo por maior apoio dos aliados à Guerra do Afeganistão, a primeira ação militar da aliança fora da Europa. Os EUA pressionam os parceiros a aumentar a contribuição em soldados, civis e dinheiro, mas os europeus se mostram resistentes em investir mais em um conflito que, oito anos depois, vive seu mais violento período. Esse conflito vai além dos interesses dos 28 países membros: "A [rede terrorista] Al Qaeda é um fenômeno globalizado que deve preocupar não apenas os EUA e a Otan, como todo o resto do mundo. [...] Nenhum Estado é invulnerável ao terrorismo".

Aliança de essência passiva, a Otan entrou em sua primeira operação militar somente 50 anos depois de sua criação. Foi em 1999 quando comandou a ampla ofensiva ocidental na Iugoslávia com o objetivo declarado de interromper os massacres da população albanesa na Província do Kosovo --conflito que, destaca Gardner, ainda não está resolvido, mas que deve ficar à margem do debate deste sábado.

Ameaça nuclear

Outro debate que não pode ser relegado é a não proliferação nuclear. Obama até prometeu nesta sexta-feira (3) acabar "com todas as armas nucleares no mundo", mas preferiu deixar os detalhes para a cúpula com as potências da União Europeia, neste domingo (5).
Com o esforço de reaproximação dos EUA com o Irã, dono de controverso programa nuclear, e a as expectativas pelo lançamento de um foguete norte-coreano, regime que há quatro anos discute sua desnuclearização, o temor de um ataque nuclear parece tão ou talvez mais iminente que na época da Guerra Fria.

Mas 60 anos depois, a Otan parece não ter solução melhor que aguardar passivamente uma ameaça concreta. "O que a Otan pode fazer? Honestamente? Não muito. [...] A Otan daria apoio diplomático e político a possíveis sanções que as potências membros decidissem individualmente", afirma Justin Hastings, do Instituto de Cooperação e Conflito Global da Universidade da Califórnia.
"É uma decisão difícil atacar um país por ameaça de uma bomba nuclear", afirma Hastings, lembrando das armas de destruição em massa que os EUA nunca encontraram no Iraque. Uma lição que a Otan parece não ignorar. "Se eles já tiverem a bomba fabricada, mesmo assim, há pouco o que se fazer sem ignorar a soberania nacional ou começar uma guerra de proporções imprevisíveis".

Mapa dos países integrantes da OTAN (Clique no mapa para ampliar)



MÁRCIA SOMAN MORAESD - Folha Online 04/04/2009

7 de fev de 2011

[8° ano] Distribuição dos internautas


Clique na imagem para ampliar
Olá 8° ano, como falei em sala, segue o mapa para interpretação e construção da análise.
Abraços, Raffael.
Analise o mapa e construa um pequeno texto sobre a distribuição e acesso a telemática.

Comente sobre as desigualdades resultantes disso. Onde está a concentração? Onde é menos concentrado? Por que?